Corpo da mensagemQueridos amigos ACS e ACE do Brasil, E SIMPATIZANTES DE NOSSA LUTA:
A muito tempo venho realizando um trabalho em prol a nossa categoria, que é as publicações no blog.
Quem acompanha o blog sabe que tenho dado o meu melhor para manter os colegas bem informados e mobilizados para que juntos alcancemos o sonho do piso nacional.
Nessa trajetória tenho enfrentado muitos obstáculos e quero compartilhar com vocês alguns deles;
O primeiro é que todo esse trabalho de divulgação eu faço em lan house, pois não tenho computador em casa:
O segundo é que aqui em minha cidade não tenho apoio nas lutas da minha categoria nem por parte da maioria dos gestores e nem por parte do presidente do sindicato daqui.
O terceiro é que pelo fato do meu envolvimento, tenho sofrido perseguições por parte de alguns gestores e até por parte de colegas, que não sei se por inveja, ou comodismo, além de não ajudarem em nada ainda atrapalham no que podem.
Meus amigos, por vezes ja pensei em desistir do blog e deixar a luta pelo piso de lado, mas com o insentivo de alguns amigos e com o carinho de colegas espalhados por todo Brasil, não tenho coragem.
Pensei muito antes tomar a decisão de enviar esse e-mail, sei que nossa luta não pode parar, sei que muitos acs e ace não tem condições de irem a Brasília lutar diretamente e precisam das informações do blog.
Como publiquei semana passada, a CONACS nos convocou para uma vigília nos dias 3,4 e 5 de outubro e mais uma vez todos que entram no msn, orkut, facebook ou ligam perguntam " e aí Priscila, vc vai?"
Confesso que gostaria muito de dizer com toda a certeza que irei, mas infelizmente já estou endividada por causa das últimas idas. Teve vez que tive que pagar todas as despesas do próprio bolso.
Dessa vez, não terei condições de fazer isso, pois minha situação por aqui está bem complicada. Quero muito poder continuar representando nssa categoria e trazer as notícias detalhadas de todo o evento, mas preciso de vocês.
Você que gosta do trabalho desempenhado no blog, e que pode ajudar a continuar essa luta, patrocinado minha ida a Brasília, com a quantia que puder, deixo aqui minha conta.
Sei que a situação da nossa categoria é complicada em todo Brasil, mas com um pouquinho de cada amigo que tenho espalhado pelo Brasil, vocês poderão contar comigo novamente nesse evento!
Com a certeza de que posso contar com vocês, deixo o meu abraço, carinho e gratidão!
Vocês merecem o melhor de mim!!!
ACE Priscila
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AG 0119 001
CONTA 00004220-5
PRISCILA MIRANDA XAVIER COSTA
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
VEJA MAIS FOTOS NO MEU ORKUT (Leocides orgulho de ser dengueiro) O povo é barrado em Brasília


Nesta ultima quarta feira 24 de Agosto de 2011, centenas de pessoas, entre elas trabalhadores, usuários e gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) foram barrados quando tentavam, entrar para acompanhar a Audiência Pública que se tratava da regulamentação da Emenda Constitucional 29 (EC 29), já na chegado ao ANEXO 03 onde seria a entrada específica de quem iria acompanhar o debate, fomos informados pela segurança da casa de que o Plenário 07,onde ocorreria a Audiência, se encontrava lotado, pedindo então para que aguardássemos, pois outro local maior estaria sendo providência do para que comportasse todos ali presente.
Diante desta informação, as pessoas começaram a reclamar, pois se encontravam sob sol forte e começaram a pedir para entrarem, foi quando apareceu dois deputados, um de Minas e outro da Bahia, pediram para que os seguranças deixassem o povo entrar, e isso aconteceu, mas a confusão não parou por ai, pois só tiraram o povo do sol, mas não permitiram a entrado no plenário, onde ocorreria a Audiência. Neste momento o povo começou com palavras de ordem gritando " O sus unido jamais será vencido, o sus unido jamais será vencido", foi um tumulto só um cordão de isolamento foi feito por parte da segurança a todo momento o povo ameaçava invadir e um grupo mais ousado, até conseguiu, mas logo a segurança foi reforçada.
Como este impasse estava dificultando a entrada mesmo dos profissionais da casa e até de deputados, o jeito foi construir uma saída, e ela veio quando o deputado que anteriormente tentou facilitar a entrada, propôs que todos fossem para o salão branco da congresso e foi o que aconteceu, mas como era previsto, quando chegamos na entrada do congresso já tinha lá um forte esquema policial que mas uma vez deixou o povo no sol por volta de uns quinze minutos, até quando os seguranças veio e enfim autorizou a entrada de todos para o salão branco onde ocorreu de fato a audiência, mas deixo aqui a minha indignação com o descaso em que fomos tratados, para que proibir a entrada de eleitores que colocaram essa "corja" no poder? temos somente o direito do voto e mais nada? cadê a democracia?
Bem uma vez todos acomodados, deu inicio as falas, onde vários deputados colocaram seus manifestos de apoio a EC 29 tanto oposição quanto situação se mostraram favorável a regulamentação da emenda.
A representante da CNTSS (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social) Maria fez a sua fala e defendeu com maestría a necessidade de se regulamentar a EC 29.
Ficou estabelecido que, a emenda poderá ser votada no próximo dia quinze de Setembro.
Apesar dos contra tempos avalio como positivo este evento, e entendo que no dia quinze o congresso tenha mais respeito com o povo brasileiro que é os responsáveis por esses políticos estarem a onde estão.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Porque a CNTSS não assinou a Minuta do Ministério do Planejamento
Porque a CNTSS não assinou a Minuta do Ministério do Planejamento
· Maria Aparecida Faria – Presidente da CNTSS
Companheiros e Companheiras,
Como é de conhecimento de todos (as), a direção da CNTSS vem ao longo deste ano participando exaustivamente da mesa de negociação da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento.
Nessas reuniões de negociação, participamos nós e a Condesef, cujo tema central é a recuperação e aumento salarial para todos ( nível superior, intermediário, auxiliar, ativos e aposentados) do PGPE e PST, bem como aumento do auxilio alimentação e melhoria nos recursos por parte do governo federal para o convenio GEAP, dentre outros.
Foram várias reuniões que adentraram madrugada até que o governo apresentasse uma proposta, o que acabou se dando no último dia 19 de agosto, onde pudemos debatê-la no dia 22 de agosto em Brasilia com a Coordenação dos Federais e os diretores deste segmento da direção da CNTSS.
O companheiro Sandro Cezar, da Coordenação dos Federais da CNTSS fez uma análise da minuta e apresentou para o debate. Fizemos considerações, ponderações e algumas proposições que aliadas às análises apresentadas pelo Sandro, e, no dia 23 de agosto, à noite quando retornamos para mais uma rodada de negociação apresentamos ao Secretario Duvanier. A Condesef também levou contribuições diferentes das nossas e acordamos, ambas as entidades, de que era consenso entre nós. Esta reunião terminou também de madrugada, e o governo ficou de avaliar todas as nossas ponderações e nos enviar uma nova minuta que levasse em conta essas considerações.
A nova minuta nos foi entregue as 0:30 do dia 30 de agosto, no que ainda na parte da manhã do dia 30, escaneamos o documento e novamente o companheiro Sandro fez uma breve análise e enviamos à todos para que nos posicionassem quanto a assinatura da mesma.
O que é preciso ressaltar aqui:
1- os valore a serem pagos serão o seguinte
Nível superior : varia de 2.000,00 à 2.400,00
Nível intermediário: 211,00
Nível auxiliar: 105,00
Esses valores serão pagos à partir de julho de 2012, e para os aposentados no valor respectivamente de 50%.;
2- o governo assumiu o compromisso de à partir do mês de setembro deste ano, iniciar o debate sobre o auxilio alimentação, convenio médico e;
3- iniciar o debate também sobre o nivelamento das tabelas tendo como referencia as carreiras transversais da Lei 12277, usando o mesmo parâmetro do nível superior para o intermediário e auxiliar;
4- também foi assegurado o reajuste da GACEN e da GECEN, no valor de 721,00.
A exemplo do que ocorreu em 2008, não tivemos muito tempo para discutirmos, dada a urgência em assinar a minuta.
Fomos também informados de que a exemplo de última negociação, só poderão continuar participando do processo de negociação mencionado, as entidades signatárias da minuta.
Bem, passamos todas essas informações à todos (as), alias mantivemos todos (DIREÇÃO e COORDENAÇÃO)informados o tempo todo via mensagem de texto até a madrugada e, solicitamos que fizessem o debate e nos posicionassem, pois só encaminharíamos a decisão da maioria.
A decisão da maioria foi pela não assinatura por parte desta Confederação, tendo claro os ônus e bônus desta decisão.
Diante disto, comunicamos ao Secretário Duvanier de que apesar de considerarmos importantes os avanços na minuta; principalmente por ter absorvido em boa parte as nossas ponderações; não poderíamos assinar tendo em vista que os valores propostos , as diferenças entre os níveis e entre ativos e aposentados não condizem com a política das nossas entidades bem como com a política desta Confederação, e portanto , a proposta foi considerada pela maioria insuficiente.
Reiteramos a nossa disposição em continuar o debate, acreditando que o processo de negociação é um processo democrático nas relações de trabalho e temos compromisso em sua continuidade.
Clara Bisquola
Assessoria de comunicação CNTSS/CUT
Carta maior entrevista presidente da CNTSS
BRASÍLIA – A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) defende a aprovação do projeto que fixa percentuais de gasto em saúde por parte de todo o setor público, para obrigar principalmente os governadores a ampliar os investimentos. Segundo a entidade, os estados são o principal problema para a melhoria da área.
“Nós sabemos que o governo federal e os municípios já aplicam mais do que os valores mínimos obrigatórios. Mas os estados, não. O projeto define o que é gasto com saúde, o que ajuda a evitar desvios”, disse à Carta Maior a presidente da confederação, Maria Aparecida Godói de Faria.
Ela citou o estado de São Paulo como exemplo de suposto “desvio”. De acordo com ela, o governo teria incluído despesas com alimentação de presidiários na conta de gastos com saúde, para atender a cota mínima exigida pela Constituição.
A aplicação, na saúde, de um percentual específico das receitas do governo federal, dos estados e dos municípios foi determinada por uma mudança na Constituição feita em 2000.
A alteração, conhecida como emenda 29, impôs de imediato os percentuais para estados e municípios: 12% e 15% da receita, respectivamente. Mas estabeleceu prazo até 2004 para que o mesmo fosse feito com o governo federal, o que até hoje não ocorreu.
A emenda 29 também implica aprovar lei que defina claramente o que seria “gasto com saúde”, o que igualmente não aconteceu e tem permitido o tipo de malabarismo que teria sido praticado em São Paulo.
Maria Aparecida Faria afirmou que a Confederação está orientando os filiados a pressionar os parlamentares, para que o Congresso aprove o projeto regulamentador. “Estamos pedindo que os trabalhadores encham as caixas dos parlamentares de e-mails. Também estamos agendando conversas com os deputados nos estados, e indicando à base a realização de audiências públicas para discutir a questão da saúde”, afirmou.
Sobre uma das alternativas apontadas para aumentar os gastos com saúde, a criação de um imposto específico (CSS) que supra a ausência da CPMF, Maria Godói mostrou-se favorável. “Alguns setores da sociedade criaram um falso discurso de que a extinção da CPMF ia diminuir custo de mercadorias e, consequentemente, toda a sociedade ia lucrar. Mas nada disso aconteceu”, argumentou.
Mas ela acha que só a CSS não basta. "O que o país precisa é de uma reforma tributária justa, que possa inverter a lógica atual que, proporcionalmente, faz com que quem ganha mais pague menos. Precisamos discutir os critérios para isenção e garantir uma fiscalização enérgica”, disse.
FONTE: Carta Maior
“Nós sabemos que o governo federal e os municípios já aplicam mais do que os valores mínimos obrigatórios. Mas os estados, não. O projeto define o que é gasto com saúde, o que ajuda a evitar desvios”, disse à Carta Maior a presidente da confederação, Maria Aparecida Godói de Faria.
Ela citou o estado de São Paulo como exemplo de suposto “desvio”. De acordo com ela, o governo teria incluído despesas com alimentação de presidiários na conta de gastos com saúde, para atender a cota mínima exigida pela Constituição.
A aplicação, na saúde, de um percentual específico das receitas do governo federal, dos estados e dos municípios foi determinada por uma mudança na Constituição feita em 2000.
A alteração, conhecida como emenda 29, impôs de imediato os percentuais para estados e municípios: 12% e 15% da receita, respectivamente. Mas estabeleceu prazo até 2004 para que o mesmo fosse feito com o governo federal, o que até hoje não ocorreu.
A emenda 29 também implica aprovar lei que defina claramente o que seria “gasto com saúde”, o que igualmente não aconteceu e tem permitido o tipo de malabarismo que teria sido praticado em São Paulo.
Maria Aparecida Faria afirmou que a Confederação está orientando os filiados a pressionar os parlamentares, para que o Congresso aprove o projeto regulamentador. “Estamos pedindo que os trabalhadores encham as caixas dos parlamentares de e-mails. Também estamos agendando conversas com os deputados nos estados, e indicando à base a realização de audiências públicas para discutir a questão da saúde”, afirmou.
Sobre uma das alternativas apontadas para aumentar os gastos com saúde, a criação de um imposto específico (CSS) que supra a ausência da CPMF, Maria Godói mostrou-se favorável. “Alguns setores da sociedade criaram um falso discurso de que a extinção da CPMF ia diminuir custo de mercadorias e, consequentemente, toda a sociedade ia lucrar. Mas nada disso aconteceu”, argumentou.
Mas ela acha que só a CSS não basta. "O que o país precisa é de uma reforma tributária justa, que possa inverter a lógica atual que, proporcionalmente, faz com que quem ganha mais pague menos. Precisamos discutir os critérios para isenção e garantir uma fiscalização enérgica”, disse.
FONTE: Carta Maior
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Qual sua reclamação sobre os políticos?
Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro Reclama De Quê?
Brasileiro é assim:
Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
Fala no celular enquanto dirige.
Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.
Viola a lei do silêncio.
Dirige após consumir bebida alcoólica.
Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
Faz "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20 para ficar com 10
Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos...
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa ideia!
"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..."
Amigos!
É um dos e-mails mais verdadeiros que recebi!
A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes,nossos princípios!!
VAMOS FAZER ESTE E-MAIL RODAR O BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Presidente da CONASCE pede apoio ao presidente do PT para ajudar na aprovação da EC63/2010
O Presidente do SINDACS-AL, Fernando Cândido que também é vice-presidente do PT em Maceió, pediu apoio do Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores na luta pela regulamentação da EC-63, que dispõe sobre o Piso salarial Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias. A reunião aconteceu minutos antes de o Presidente Rui Falcão proferir uma palestra, em Alagoas, sobre a Conjuntura Nacional e contou com a participação do Joaquim Brito, Presidente Estadual do PT/ Alagoas e o ex-deputado Paulão.
Na oportunidade, Fernando Cândido ressaltou que a regulamentação da EC-63 é uma forma do país quitar uma dívida muito grande com estes trabalhadores, pois, temos, mesmo em condições extramente adversas, melhorado os indicadores sociais pelo Brasil a fora. O PT é o partido da Presidenta e tem um papel muito importante, em função de sua origem, na defesa da classe trabalhadora, portanto, precisamos concretamente do apoio dos parlamentares do PT no congresso em defesa da nossa categoria.
Fernando ainda ressaltou que em audiência, o Ministro da Saúde argumentou que as propostas da categoria serão enviadas para serem discutidas na MNNP-SUS - Mesa Nacional de Negociação do SUS, no entanto precisam-se definir de forma clara as regras do financiamento do SUS, através da aprovação da EC-29. O ministro, por fim pediu o apoio dos trabalhadores na luta pela aprovação da EC-29.
O Presidente Nacional do PT, Rui Falcão afirmou que temos seu apoio, e que ele irá conversar com os parlamentares do partido para reforçar esta luta que no seu ver é justa e de pleno direito.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Agentes de saúde e de endemias lutam por Piso Salarial
| Trabalhadores de todo o Estado de Sergipe lotaram a Assembleia Legislativa na manhã desta segunda-feira, 29, em busca da regulamentação da Emenda 63 |
29/08/2011 - 15:01 |
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| Galerias da Assembleia ficaram lotadas (Fotos: Portal Infonet) |
A Assembleia Legislativa de Sergipe ficou pequena na manhã desta segunda-feira, 29, para acomodar milhares de agentes comunitários de saúde e de endemias de todo o Estado de Sergipe. Com as galerias, o espaço da imprensa e o plenário lotados, os trabalhadores acompanharam o seminário realizado pela Câmara dos Deputados, em um telão instalado no hall. Na pauta, a aprovação do Projeto de Lei nº 7.495/96, que regulamenta as atividades das duas categorias, define o Piso Nacional e cria 5.365 empregos no âmbito do Quadro Suplementar de Combate às Endemias da Funasa.
No plenário, deputados federais, estaduais, vereadores, prefeitos e representantes da categoria em nível estadual e municipal. O seminário já foi realizado no Ceará, Paraíba, Mato Grosso e Maranhão. Em Aracaju, conseguiu juntar cerca de quatro mil pessoas na Assembleia Legislativa sob a coordenação dos deputados André Moura (PSC/SE) e Domingos Dutra (PT/MA), membros e relatores da Comissão Especial do Projeto de Lei na Câmara.
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| Agentes chegaram de todos os municípios sergipanos |
Segundo o deputado Domingos Dutra, a luta na Comissão Especial possui duas frentes. “A primeira é em Brasília, tentando convencer a presidente Dilma a encaminhar um projeto de lei complementar para a Câmara, elevando o repasse que a União hoje faz para os municípios de R$ 750 por agente para R$ 1.090 que corresponde a dois salários mínimos”, afirma.
Ele disse também que os agentes estão propondo que esse valor seja parcelado em 36 meses para facilitar as negociações. “Nos estados nós estamos realizando seminários para mobilizá-los e informá-los do processo, mas principalmente para mobilizar os governadores, prefeitos para que eles possam também participar do piso. Como? Ficando responsáveis pelos encargos financeiros que o Piso vai acarretar: férias, décimo terceiro, Previdência Social quando for o caso”, explica o deputado federal pelo Maranhão.
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| Momento do Hino Nacional |
O parlamentar enfatizou que na tarde desta segunda, terá uma audiência com o governador Marcelo Déda (PT) no sentido de também convencê-lo da importância da profissão dos agentes comunitários de Saúde e de Endemias. “Às 15h temos uma audiência com o companheiro do meu partido, o governador Marcelo Déda, para que ele possa dizer sim aos agentes e dizer sim aos agentes é dizer sim à população mais pobre de Sergipe, do Brasil, que são as pessoas que moram ainda em condições indignas, que continuam tomando água de cacimbas, de riacho, que convivem com os animais doentes, que precisam ser orientados a se prevenir das doenças”, acredita.
Otimistas
Indagado sobre a expectativa com a realização dessas audiências públicas, Domingos Dutra disse ser muito positiva.
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| Deputado Domingos Dutra está otimista |
“No Maranhão nós reunimos quase cinco mil agentes. Eles estão mobilizados em todo o país e vários governadores já disseram sim. É positivo porque a gente acha que o valor dessa diferença é um valor que a União pode suportar, os Governos do Estado podem suportar e os prefeitos também, porque gastar com agentes não é gasto é investimento. Além de salvar vidas e vida não tem preço, o dinheiro que eles recebem aplicam nos municípios. É investimento porque as pessoas adoecendo menos, os municípios e os estados vão gastar menos com internação, com cirurgia, assim por diante, portanto eu tô otimista de que nós vamos vencer esta batalha”, destaca Domingos Dutra.
O deputado da bancada Sergipana, André Moura também trabalha com a expectativa de que os agentes serão beneficiados. Todas as propostas discutidas no seminário serão levadas na próxima semana em termos de relatoria na Comissão do Plano em Brasília.
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| Deputado André Moura |
“Criando o Piso, nós obrigamos que todos os municípios cumpram o que está determinado na lei, que é o pagamento dos dois salários mínimos aos agentes. Uma preocupação que é de fundamental importância de todos nós que fazemos parte da Comissão: é não gerar mais despesas para os municípios brasileiros, quando a Comissão propõe a criação do Piso Salarial propõe também a construção de um fundo onde o Governo federal vai repassar o equivalente a dois salários para que os agentes possam ter como pagamento e estamos buscando também o apoio dos governadores para que os governos estaduais assumam o pagamento dos encargos sociais decorrentes do aumento da folha”, ressalta André Moura.
A presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde e de Endemias de Aracaju, Helenildes Gomes falou sobre a união da categoria em prol das conquistas.
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| Helenildes Gomes: "Estamos sem receber insalubridade" |
“Nós estamos unidos em prol de salários mais dignos e melhores condições de trabalho. Quase todas as categorias possuem um Piso Salarial, e nós também almejamos ter o nosso no valor de R$ 1.090. Em Aracaju estamos lutando ainda para receber a insalubridade [pouco mais de R$ 100] cortada há um ano e a categoria decidiu em assembleia que sem o benefício, os serviços de atendimento a tuberculose e hanseníase, além de antirábico e dengue, não serão feitos aos finais de semana”, alerta acrescentando que são 1.200 agentes trabalhando na capital.
Participaram ainda da audiência pública, o presidente da Federação das Associações dos Agentes Comunitários de Saúde, Ednilson Santana, o presidente da Associação das Prefeituras, o prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Fábio Henrique, o deputado federal Mendonça Prado (DEM), o vereador Nitinho (DEM), o representantes do Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas do Estado, João Augusto Bandeira de Melo e o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Guimarães.
Por Aldaci de Souza
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